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Sunday, 2 August 2015

Projeto Nós Mães: A Importância do Pai

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 9 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

Como Agosto é o mês dos Pais, hoje no projeto Nós Mães o tema é:

A Importância do Pai



 Eu A gradiva.


Dia dos pais se aproxima e me faz pensar na minha sorte e felicidade por ter um parceiro tão carinhoso e participativo. Tenho consciência das desigualdades de gênero que vivenciamos em nossa cultura e das dificuldades e desafios que tantas mulheres enfrentam ao criar filhos sozinhas. Uma vez vi um artigo sobre a importância de se escolher o parceiro ideal pra toda vida,  aquele vai te ajudar e apoiar quando os filhos vierem, e hoje percebo o quanto é importante que as jovens cada vez mais se conscientizem disso. Sem apoio, nossas escolhas e oportunidades se tornam muito mais limitadas, dificultando nosso acesso ao trabalho e geração de renda,  à vida social, aos cuidados com nossa saúde física e emocional,  e ao nosso crescimento profissional e pessoal. 
Enfim,  um pai participativo fará muita diferença na vida da esposa e dos filhos, e será um exemplo para o comportamento dos filhos no futuro. 
Meu marido não é brasileiro, e vem de uma cultura que não é machista como a nossa,  ele nunca esperou que eu lavasse suas roupas e lhe preparasse jantar antes de chegar do trabalho. Isso fez muita diferença pra mim,  porque acredito na igualdade de gênero, na divisão justa de tarefas domésticas e de cuidado,  e jamais conseguiria lidar com um homem que espera que uma mulher tome todas essas responsabilidades sozinha. 
Percebo que o homem brasileiro está se modernizando,  e ajudando mais em casa e com os filhos,  entendendo que sua participação é importante e que essas responsabilidades também são suas,  vejo meus 3 irmãos que são todos pais agora, fazendo isso,  o que me deixa muito feliz.
Aqui em casa o marido cozinha melhor que eu, ele troca fraldas,  dá banho nas crianças, as alimenta, põe pra dormir, enfim,  aprendeu como fazer fazendo e participa de todas as atividades rotineiras da vida em família. É claro que  durante minha licença eu fazia mais por estar mais tempo em casa,  mas quando ele está junto nós dividimos. 
Mesmo tendo um parceiro participativo a mulher ainda pode se sentir sobrecarregada, no caso da amamentação por exemplo,  a qual só ela pode fazer,  o que também significa muitas noites sem dormir e muito cansaço e estresse, então considero importante a sociedade reconhecer a luta e esforço das mulheres e incentivar políticas mais amigáveis às famílias (as chamadas 'family friendly policies') tais como o aumento da licença paternidade e a possibilidade de horários de trabalho flexíveis para que ela possa se readaptar à vida profissional sem deixar a carreira porque se tornou mãe. Porém essa luta ainda tem uma longa caminhada aqui no Brasil.  
Deixo aqui minha sincera gratidão ao meu marido e parceiro leal, e à todos os pais que fazem a sua parte, porque criar filhos é um trabalho, um trabalho de amor, de carinho, de dedicação, de paciência e entrega. E como todo trabalho tem seus desafios e sua recompensa.



Para mim, sempre tive a imagem que pai sempre seria o protetor do filho, aquele homem correto, batalhador que fazia de tudo para proporcionar ao seu filho (s) tudo do melhor.
Nem preciso dizer que meu pai sempre foi um excelente pai, tive ele como um exemplo de pessoa batalhadora, ele sempre reservado e severo, brincava pouco comigo mas muitas coisas que fizemos juntos ficou e vai ficar na lembrança como o arroz com tudo dentro…rsss Sei que tudo o que ele fez para mim e por mim só tenho a agradecer, pois se sou essa pessoa hoje devo muito a ele e minha mãe claro. Acho que o pai é fundamental na vida de um filho, seja os pais separados ou não, toda criança precisa desse lado paterno desse carinho e proteção diferente da mãe.
Hoje do outro lado como mãe, vejo que o papel de pai mudou um pouco do que era antigamente e ficou muito mais amigo do filho. Meu marido o que dizer dele como pai, um excelente pai, protetor, defensor, brincalhão, carinhoso, dedicado, participativo. Sempre desde a gravidez, em todos os momentos pude contar com sua ajuda, acho que nosso filho tem e terá muito orgulho do seu pai, pois ele é perfeito.
Sempre presente nas trocas de fraldas, alimentação, vida noturna do pequeno que foram muito agitadas…rss ele sempre foi e continua sendo responsável pelo banho do gui, um momento somente dos dois. Só posso agradecer a Deus pelo meu marido ser esse pai fantástico para o pequeno.
Agora um pequeno relato do que é ser pai para meu marido Paulo Renato:
” Ser pai é a maior realização de um homem, ser pai é saber o que significa a palavra amor, é saber que a partir de agora temos uma responsabilidade muito maior em tudo o que viermos a fazer, ser pai é proteger, educar, amar e participar de cada etapa da vida do nosso filho. Ser pai é também voltar no tempo, brincar muito, pintar muito, ajudar em cada lição de casa e assistir muito desenho.” Conheça mais no Blog. E conheça também o IG papaisdogui.
Quando nasce um bebê, nasce uma mãe, certo? Certo, mas nasce um pai também! 
O pai, assim como a mãe, começa a existir a partir do mágico momento que tem o filho nos braços. 
Alí nascem as duas figuras mais importantes para a criança. São papéis diferentes, com vínculos quase iguais, mas com as mesmas responsabilidade e importância.
Pai não é igual a mãe, mas também não é menos importante. E não é que um apenas dê suporte ao outro, a verdade é que os dois se completam. Completam também as referências e exemplos que a criança precisa.
Um pai é um herói, o maior de todos os heróis da coleção do filho. É quem tem no abraço a maior segurança do mundo. É quem protege de todos os monstros. É o gigante que o filho quer mostrar para todos os amigos. É quem o filho vê no espelho e sorri.
E, por aqui, só temos a agradecer porque sim, temos um grande PAI em casa. Obrigada papai, te amamos!  Conheça mais no IG maemaeinfinita.

Dia dos pais se aproxima e me faz pensar na minha sorte e felicidade por ter um parceiro tão carinhoso e participativo. Tenho consciência das desigualdades de gênero que vivenciamos em nossa cultura e das dificuldades e desafios que tantas mulheres enfrentam ao criar filhos sozinhas. Uma vez vi um artigo sobre a importância de se escolher o parceiro ideal pra toda vida, aquele vai te ajudar e apoiar quando os filhos vierem, e hoje percebo o quanto é importante que as jovens cada vez mais se conscientizem disso. Sem apoio, nossas escolhas e oportunidades se tornam muito mais limitadas, dificultando nosso acesso ao trabalho e geração de renda, à vida social, aos cuidados com nossa saúde física e emocional, e ao nosso crescimento profissional e pessoal. 
Enfim, um pai participativo fará muita diferença na vida da esposa e dos filhos, e será um exemplo para o comportamento dos filhos no futuro. 
Meu marido nunca esperou que eu lavasse suas roupas e lhe preparasse jantar antes de chegar do trabalho. Isso fez muita diferença pra mim, porque acredito na igualdade de gênero, na divisão justa de tarefas domésticas e de cuidado, e jamais conseguiria lidar com um homem que espera que uma mulher tome todas essas responsabilidades sozinha. 
Percebo que o homem brasileiro está se modernizando, e ajudando mais em casa e com os filhos, entendendo que sua participação é importante e que essas responsabilidades também são suas, vejo meus 3 irmãos que são todos pais agora, fazendo isso, o que me deixa muito feliz.
Aqui em casa o marido cozinha melhor que eu, ele troca fraldas, dá banho nas crianças, as alimenta, põe pra dormir, enfim, aprendeu como fazer fazendo e participa de todas as atividades rotineiras da vida em família.
Deixo aqui minha sincera gratidão ao meu marido e parceiro leal, e à todos os pais que fazem a sua parte, porque criar filhos é um trabalho, um trabalho de amor, de carinho, de dedicação, de paciência e entrega. E como todo trabalho tem seus desafios e sua recompensa. Conheça mais no Blog. E conheça também no IG Agradivablog.
Vou contar um pouquinho de como eu vejo a importância do meu marido no dia a dia e desenvolvimento das crianças, quem acompanha a página mais ou menos já conhece um pouquinho da história pois já falei duas vezes sobre o meu marido, mas para quem não viu as postagens, vamos lá. Meu marido foi pai pela primeira vez aos 19 anos, enquanto muitos podem estar pensando, que ele era muito jovem, posso afirmar que sim mas que apartir do dia que a Sabrina nasceu, nasceu junto um grande homem e PAI, além de todas suas responsabilidades como pai, sempre foi muito presente no dia a dia das crianças, acredito que assim como ser mãe de 3 não é moleza ser pai de 3 também não , principalmente na hora de dividir a atenção, mas aqui sempre dá um jeito e inclui os 3 na mesma brincadeira, as crianças nem preciso falar o quanto são apegadas ao pai, talvez por ele estar em casa só de noite, ou por ele fazer todas as vontades ou simplesmente por ser o pai, um pai que falo sempre não podia ter escolhido melhor para meus filhos, que mesmo na correria e cansaço do dia a dia, encontra tempo para brincar, passear, educar, ensinar.. .e o principal dar amor, percebo a grande cumplicidade que há em um simples olhar, e o quanto tudo isso significa no desenvolvimento das crianças, o quanto elas se transformam quando ele esta em casa e são mais felizes, vários são os momentos que preferem o pai do que a mim, entre eles na hora de fazer leite e nescau, nas brincadeiras da noite, na hora da história antes de dormir, os meninos na hora do banho e até só comem bolinho de chuva se é o pai que faz, mas tudo isso me deixa feliz pois além de estreitar ainda mais a relação pai/filho, me traz a certeza do grande amor que sentem uns pelo outro, e que não poderia ser um PAI melhor. Escrevi resumidamente sobre a Importância do Pai, pois para mim é um assunto bem abrangente, teria muito o que escrever, espero que tenham gostado. Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede3s.
PAI, uma palavra tão pequena, mais com um significado tão grande.
O que falar de uma pessoa com um papel tão incrível na vida de uma criança, adolescente e até mesmo adulto? 
Sou apaixonada pelo pai que tenho, independente se cresci ao lado dele ou não, ele sempre fez de tudo para ser presente em minha vida, quando ele não estava eu tinha um avô/pai que me ensinou muitas coisas, tive meu pai presente definitivamente em minha vida quando completei uma certa idade, mais isso nunca me fez amá-lo pouco. Agradeço a ele muitas coisas do que sou hoje. Quando me tornei mulher, imaginei, quero casar, ter meus filhos, mais quero uma vida diferente da que tive, não queria pros meus filhos pais separados, pois já havia vivenciado uma vida assim, e não que ser criada por avós tenha sido ruim, pelo contrário. Mais sei o quanto a falta de um pai/mãe faz falta na vida de um filho. Eis que conheci o “pai” dos meus filhos, pessoa incrível, e ali naquele momento sabia que era ele quem eu queria pra estar ao meu lado, pros meus filhos chamarem de “Pai”, nos casamos, e logo tivemos nosso primeiro filho, ele sempre presente me ajudando, dando banho, presente na vida noturna do bebê que foi longa, rsrsrs. Quando nasceu nossa segunda filha não foi diferente, sempre me ajudando. É nesses momentos, penso que não poderia ter escolhido pessoa melhor para eles chamarem de pai. Um homem trabalhador, educado, batalhador, carinhoso, que sente um amor sem tamanho pelos filhos, pai presente, brincalhão, durão quando tem que ser, que faz o possível e o impossível para dar tudo do bom e do melhor porá seus filhos. Enfim só agradeço a Deus por tê-lo em nossas vidas. Meu filho vê em seu pai um herói, vou contar pra vocês que eles fazem clube dos homens, rsrsrs. Vejo o quão importante é a figura masculina na vida de uma criança. Pai é da bagunça, aquele que eles esperam o dia todo, que na hora que chega do trabalho é festa e mais festa.
Minha filha é apaixonada pelo pai, com toda certeza ele é o primeiro amor da vida dela. Os dois são apaixonados demais por ele. ♥️ Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede02.
Gostaram? Amanhã tem a segunda parte com os outros textos das outras mães do Nós Mães!  :)

Saturday, 18 July 2015

Projeto Nós Mães: Ter ou não o Segundo Filho?

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 9 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

Hoje o tema é Ter ou não o segundo filho? E vamos falar um pouco das vantagens e desvantagens de ter 2 ou mais filhos ;-) Esta será a Parte 1 desse post.


Eu A gradiva ;-)

Meu segundo filhotinho foi uma dádiva em nossa vida, porém ele não foi planejado,  foi um pequeno acidente  Eu já não amamentava mais minha filha Leela,  que estava com 1 ano e 2 meses,  porém ainda estava tomando a mini -pílula,  aquela que se toma durante a amamentação,  por ter uma concentração menor de hormônios. Eu havia me esquecido de tomar a pílula 1 dia,  e nem percebi que estaria correndo o risco de engravidar. Eu só descobri que estava grávida porque fiquei muito doente num fim de semana,  e depois de vomitar e passar muito mal, comecei a melhorar,  mas percebi que a náusea não ia embora, de repente me liguei que aquela náusea era familiar  (eu tive o famoso enjôo nos 3 primeiros meses da gravidez de minha primeira filha).  Ao fazer o teste descobri que estava grávida.  Foi um choque inicialmente, eu não estava planejando um bebê tão perto da minha primeira. Mas logo me acostumei com a ideia e comecei a me preparar para o nascimento do segundo que mais tarde descobri ser um menino, o Nicholas.
Bom, falando agora sobre minha visão e experiência estritamente pessoal como mãe de 2, eu acho maravilhoso e recomendável ter um segundo filho. Por 2 razões principais. Uma é que o segundo é uma companhia para o primeiro, e outra é porque o segundo é uma experiência completamente diferente para os pais,  que já não são marinheiros de primeira viagem, que já têm uma experiência com o primeiro filho(a) e não estão tão nervosos e apreensivos com qualquer cólica, soluço, vômito, febre, espirro etc.
Sempre me diziam isso: “é melhor já ter perto, já cria junto”, você passa por tudo de uma vez e eles crescem juntos e brincam e fazem companhia um ao outro. Mas eu não acreditava, não queria ter filhos muito próximos, queria me recuperar e me estruturar primeiro, minha ideia era ter o segundo quando minha filha estivesse iniciando o jardim de infância. Porém o destino me reservava algo diferente e estou muito feliz com tudo o que aconteceu.
Entretanto, não posso negar que foi muito difícil, na verdade, sinto que foi extremamente difícil. Ter um recém nascido, amamentar, e não ter o tempo que eu gostaria para cuidar do meu outro ‘bebê’. A Leela não tinha ainda 2 anos, e pra mim foi muito triste e angustiante não poder dar a atenção que eu queria pra ela, e vê-la lentamente se desapegando de mim para se apegar mais ao pai. Sei que isso é natural, que ela compreendeu que eu não estaria mais disponível, e que sua opção seria tentar exclusividade no colo do papai, mas doeu muito. Tudo começou quando eu já estava no terceiro trimestre da gravidez e já não podia mais carregá-la nos meus braços. Devagar eu fui evitando e explicando a ela que não podia segurá-la. Nas últimas semanas minha barriga já estava enorme e eu havia ganhado muito peso, o que tornava as coisas ainda mais difíceis. Me lembro nitidamente um dia em que ela chegou da escolinha e ao ver eu e o papai na porta de braços abertos ela se desviou de mim e foi correndo aos braços do pai. Isso nunca havia acontecido, ela era sempre muito apegada à mim, e esse dia marcou o início desse processo de desapego à mamãe, ao qual ainda estou me adaptando e ainda me causa um pouquinho de tristeza J. Hoje Leela tem 3anos2m e Nicholas 1ano3m.
Pra mim, essa foi uma das maiores dificuldades,e que me causou mais sofrimento ao ter o segundo filho, com esse espaço de pouco menos de 2 anos. Por isso eu sugiro para as mães que pensam em ter o segundo filho, que esperem ao menos quando o maior já tem 3 anos, porque já não é tão bebê,já estará provavelmente desfraldado, e talvez já possa entender um pouco melhor o fato de não ter a exclusividade do colo dos pais. Entretanto, ao conversar com algumas mães que esperaram mais tempo pra ter o segundo, elas disseram que passaram pelas mesmas dificuldades, então infelizmente, acho que não há receita mágica :-).
Outra questão muito importante sobre ter o segundo filho, é aquele que comentei acima, sobre o segundo ser uma companhia para o primeiro. Meus filhos estão ainda bem no início dessa fase de brincar juntos, já que meu bebê tem somente 1 aninho, mas isso é algo que escuto muito de outras mais de 2. Elas sempre falam do quanto é bom o fato de brincarem juntos e passarem tanto tempo juntos distraídos, em companhia um para o outro. Eu fico com dó de minha filha às vezes quando vamos ao rancho ou algum passeio e ela não tem ninguém para brincar com ela e está sempre pedindo que nós adultos participem de suas brincadeiras. Vejo o quanto ela fica feliz e se diverte quando uma amiguinha da escolinha vem em nossa casa, por isso sei o quanto será importante logo que o Nicholas crescer um pouquinho mais e puder participar de suas brincadeiras, acredito que ela estará mais feliz com seu ‘companheirinho’ e se sentirá menos sozinha.
No segundo filho a gente passa por experiências contraditórias, se por um lado o segundo bebê é geralmente mais tranquilinho, mais calminho, talvez dê menos trabalho, e tudo parece mais fácil e menos sofrido como no primeiro (porque nós pais também já estamos mais calmos e tranquilos com toda essa coisa de criar filhos :-), por outro lado a experiência de ter 2 é caótica. O pouco tempo que sobrava para um banho e qualquer higiene pessoal já começa a se tornar inexistente. O pai se não colaborava muito agora definitivamente terá que colocar a mão na massa e dividir todas as tarefas domésticas e de cuidado, senão com certeza a mãe ficará extremamente sobrecarregada. E mesmo com a ajuda do pai, que no meu caso sempre foi muito participativo, eu me senti muitas vezes estressada e deprimida. Em grande parte pelas noites sem dormir, que nos causam enorme desgaste, porém no segundo, já não dá pra descansar, e ‘dormir enquanto o bebê dorme’, porque temos que cuidar do outro filhote. Eu também senti que cansaço e o estresse abalaram muito o meu relacionamento. E aprendi que temos que estar sempre dialogando pra não guardar rancor e mágoa do outro por causa de nossas frustrações. Aprendi a perdoar e a ter mais paciência. Aprendi a me cobrar menos, porque eu tenho um limite, e a respeitar o limite dos outros, (principalmente o do meu parceiro).
Bom é isso, espero que minha experiência seja de alguma forma aprendizado para as futuras mamães que estão pensando em ter um segundo filho, boa sorte nessa maravilhosa caminhada!Conheça mais também no IG Agradivablog.


Sempre idealizei formar uma família com dois filhos e, bem lá no fundo, idealizava também que fosse um casal.
Não sei explicar bem porquê, talvez seja pelo exemplo da minha família de origem ou pelos padrões da sociedade.
Depois de ter o primeiro filho, não tive muito tempo pra reafirmar essa minha vontade… a segunda gravidez veio de surpresa e completou o casal de filhos idealizado.
Se fosse apenas pela minha vontade, não teria sido tão rápido e talvez eu até desistisse do segundo. E, pode ser exatamente por isso que Papai do Céu tratou de providenciar logo!… rs
Mas, enfim, sou mãe de dois filhos há pouco tempo. Hoje, tenho dois bebês em casa, um de 1ano e 7 meses e uma recém-nascida de 42 dias. 
Posso dizer que é mágico ver os filhos se conhecerem e conviverem. São emoções únicas e comoventes, mesmo sendo dois bebês, como é o meu caso. É realmente de transbordar de amor o coração de uma mãe!
E é curioso como, pra mim, agora sim parece que a família está completa, como eu idealizava antes.
É engraçado como me encho de orgulho quando falo ou alguém fala dos meus filhoS (no plural). Mas, engraçado mesmo, é ver que o irmão “mais velho” é um serzinho tão novinho!
Apesar de ainda muito pequeno, e de ter seus momentos (poucos) de ciúmes, o irmão mais velho tem se saído muito bem. 
O fato de ter uma diferença tão pequena entre os dois filhos hoje pesa, é muito trabalhoso cuidar de dois bebês.
Mas, mesmo com todo trabalho e cansaço, eu hoje penso que, pra mim, realmente foi melhor assim…
Se não fosse assim, no embalo, muito possivelmente eu desistiria de ter o segundo filho e perderia a oportunidade de viver esse sentimento tão gostoso de orgulho e realização, essas emoções deliciosas da convivência dos dois e esse amor transbordante!
Aliás, preciso dizer que, sim, eu comprovei: a gente ama sim o segundo filho exatamente como ama o primeiro! É uma multiplicação automática e perfeita do amor de mãe. 
Coração de mãe é definitivamente infinito para filhos!❤️ Conheça mais no IG maemaeinfinita.
Nós só temos um filho no momento, mas antes dele vim ao mundo, eu e o papai já tínhamos falado sobre isso e nossa decisão era ter dois ou mais filhos sim.
Nosso pequeno veio após 2 anos de casados e depois disso resolvemos curtir nosso pequeno o máximo de podemos. E a decisão do momento certo para nós termos o segundo filho foi esperar pelo minimo 4 anos, assim poderíamos curtir muito as melhores e principais fase do pequeno. Como trabalhamos o dia inteiro queremos sempre dar o máximo de atenção para ele e com outro pequeno agora não iríamos conseguir.
Para o ano que vem está no nosso planejamento o irmãozinho ( a).
Hoje em dia até ele mesmo fala sobre isso e aos poucos vamos preparando ele para deixar de ser o filho único. E Nós também estamos nos modelando para poder aprender mais com o segundo milagre em nossas vidas.
Quero deixar registrado que essa é nossa opinião e essa diferença de idade que achamos certo é somente nossa. Claro que se Deus mandasse antes está gestação seria super bem recebida, mas ele sabe o que é melhor para nossa família!
Lembrando que cada casal sabe a hora certa para ter o segundo, o terceiro, o quarto e assim por diante e ainda se terá mais filhos ou ficará somente em um bebê. Conheça mais o Blog. E conheça também o IG papaisdogui.
Sempre eu quis ter mais que 1 filho, mas depois que a Sabrina nasceu isso por um tempo mudou, pois quando pensava em ter outro filho muitas dúvidas surgiam como por exemplo: Será que vou gostar da mesma maneira? Vou conseguir cuidar de 2? entre outras, mas eu tenho dois irmãos, meu marido tem irmão e sabemos o quanto isso é bom e faz diferença no nosso dia a dia mesmo tendo os desentendimentos. Então um dia conversando sobre ter ou não o 2º filho entre prós e contras, chegamos a conclusão que com certeza existem mais prós, e que quem cuida de um, com certeza tira de letra cuidar de 2 e porque não de 3, mas não é simples assim não é mesmo?Quando a Sabrina tinha 3 anos decidimos que era a hora de termos outro bebê, foi um pouco mais fácil, pois alguma experiência eu já tinha.Quando o Arthur tinha 3 anos decidimos novamente aumentar a família, algumas dúvidas maiores forem surgindo, mas tudo aos poucos vai se organizando e nós nos organizando a eles.
Para mim é um pouco complicado falar em desvantagens em ter mais que um filho,pois não consigo ver uma, em todas as questões procuramos tanto eu como meu marido sermos justos com os três, o que eu achei um pouco mais difícil por exemplo é como aconteceu semana passada de dois ficarem doentes, ai fica um pouco mais cansativo em relação aos cuidados.
Em relação as vantagens de ter mais que um filho são inúmeras, pois penso que o maior presente que podemos dar aos nossos filhos são os irmãos (sim porque comida,educação,amor,carinho… não são presentes e sim obrigações de nós pais), pois um irmão é um amigo para a vida toda, um companheiro de horas boas e ruins. A relação aqui em casa dos 3 é na maioria das vezes de muito amor e cumplicidade, tem momentos de brigas e vários deles, mas logo passa e estão juntos brincando ou ajudando um ao outro, estão sempre prontos a defender o outro mesmo quando somos nós pais que estamos corrigindo, preocupam-se um com outro, e por muitas vezes espelham-se em nós e querem ser um pouquinho de pai e mãe com os irmãos principalmente em relação aos cuidados,percebo que são muito amigos e unidos, claro que as vezes eles sentem ciúmes um do outro mas como já citei procuramos ser justos em tudo. Para finalizar o que posso dizer em ter ou não, é que cada família deve saber se está preparada para mais um filho,e qual é o momento certo, mas que para mim com certeza vale muito a pena ter mais que um filho,as alegrias são muitas e o amor maior ainda. Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede3s.
Gostaram? Já já tem a Parte 2! Não percam!!! :)