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Friday, 25 September 2015

Projeto Nós Mães: Cama Compartilhada

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 7 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

E hoje o tema é: Cama Compartilhada


Aqui em casa não tem muita regra não, quando pequeninos e enquanto estava amamentando, eles sempre dormiam na nossa cama. Eles pareciam dormir muito melhor juntos de nós, acredito que pelo calor e todo amor que esse contato físico proporciona. A Leela quando bebê não estava dormindo muito bem em nosso quarto, parecia que nós atrapalhávamos o sono dela quando íamos dormir ou quando acordávamos, então com 4 meses decidi passar ela para o quarto dela. Eu fazia toda a rotina da hora de dormir, banho, massagem, historinha, música bem calma e relaxante e deu muito certo, ela começou a dormir bem melhor. Quando ela acordava eu a trazia para nossa cama e com o passar do tempo ela começou a acordar menos, até acordar apenas 1 vez na noite e daí eu a amamentava na poltrona do quarto dela mesmo. Já o Nicholas ficou em nosso quarto até os 6 meses. Ele ficava no cesto moisés, depois num mini bercinho que ficava bem grudado em nossa cama. Mas muitas vezes que ele acordava durante a noite eu o amamentava deitada na cama mesmo e nós dormíamos assim, abraçadinhos. Todos os dois às vezes acordam durante a noite porque estão doentinhos, ou assustados, ou tiveram pesadelo, e eu não me importo em trazê-los pra nossa cama, é muito gostoso dormir com eles. Eu acredito que cama compartilhada é muito saudável. É contato físico, amor, carinho, o conforto e a segurança que são tão importantes para o desenvolvimento da criança. Existem várias pesquisas científicas que comprovam os benefícios do contato físico, e da necessidade que os bebês e crianças têm desse contato, da atenção, do amor e do carinho dos pais. Portanto não acredito em regras, cada pai e mãe sabe e sente o que é melhor para seus filhos. Alguns bebês precisam desse calor e desse contato por mais tempo, e acho que os pais não devem se preocupar em passar o bebê muito cedo para o berço ou para o outro quarto. Acho que o mais importante é escutar os desejos de nossos filhos, perceber suas necessidades e tentar supri-las da melhor forma possível. Cada criança tem seu tempo, e precisamos respeitar isso. Muito mais cedo do que esperamos eles ganham sua independência e nós é que sentimos falta dos tempos em que queriam ficar 'grudadinhos'. ;-)

Wednesday, 16 September 2015

1 Aninho do Heitor: Festa saudável e sessão de fotos "Smash the Fruit"


A mamãe Camila é muito consciente sobre alimentação saudável e não gosta de dar nada artificial pro Heitor. Porém, na hora de planejar a festinha ‘natureba’ do filhote, quem disse que achava um Buffet que fazia algo diferente dos salgadinhos e refrigerantes e docinhos tradicionais? Disseram pra ela: “É só isso que as crianças comem mesmo” Ah, mas não é não senhor! Porque as crianças e os adultos se esbaldaram nas comidinhas naturais e super saudáveis que foram servidas na festa!  Além disso, a Camila optou também por uma versão mais natural do “Smash the Cake” e fez uma sessão de fotos linda e saudável que chamou de “Smash the Fruit”.




Veja abaixo o relato da Camila, as lindas fotos e o cardápio super gostoso e saudável da festa de 1 ano do Heitor feito especialmente pela nutricionista Betânia Monteiro.



"O 1º ano do meu bebê passou rápido demais e quando vi já era hora de preparar a sua 1ª festa de aniversario. Eu queria muito que fosse uma festa saudável e que tivesse coisas que ele pudesse comer. 


Não foi uma missão fácil encontrar quem adaptasse o cardápio. Todos queriam me convencer a aceitar os tradicionais cardápios com salgados, doces e refrigerantes dizendo que ‘é disso que criança gosta’. Em um Buffet  chegaram a dizer que eu estava pensando só no meu bebê com esse cardápio natureba e que deveria pensar nas outras crianças, me lembro que perguntei a ele o que ele não gostava de comer e ele disse "feijoada", tendo visto que o mesmo era noivo perguntei: “imagine se sua noiva optar por feijoada para o seu casamento, você irá gostar?” Então ele ficou todo sem graça, mas logo tentou me convencer a manter o cardápio tradicional devido aos recursos/brinquedos modernos, etc. Em meio a uma longa busca e já prestes a desistir eis que minha cunhada nutricionista Betânia Monteiro, me reanima e elabora um cardápio super gostoso e saudável. Mostrei o cardápio para minha amiga Renata Camilo, proprietária da Panificadora e Buffet Flor do Trigo e ela então concordou de preparar tudo da maneira como eu queria. Foi uma missão difícil, e tive que ser persistente, mas valeu muito a pena. Os convidados adoraram a comida e muitos elogiaram minha atitude, e as crianças comeram TUDO o que foi servido na festa, enfim foi um sucesso!.


Junto com a festa do 1º aniversario chega também a "moda" do ensaio fotográfico “Smash the Cake” que fica uma gracinha, mas que iria contra a todo cuidado que eu vinha tendo com a alimentação dele até então... Ainda mais que já tinha ouvido muitos casos em que os glacês e recheios haviam feito mal ao bebê... Então resolvi adaptar também o ensaio fotográfico para um mais natural e saudável e fizemos o "Smash the Fruit" e mais uma vez com a ajuda da minha cunhada nutricionista fizemos um bolo lindo de frutas. O Heitor amou, estão aí as fotos pra provar!










 

Confira aqui o cardápio da festa de 1 ano do Heitor:


Entrada: tomate cereja, azeitona, mussarela, presunto...
Barquinhas Coloridas (com legumes) e para rechear patê de frango com batata (sem maionese)
Jantar: Escondidinho de carne desfiada e galinhada...
Sucos naturais
No piquenique para as crianças: milho cozido, salada de frutas
Espetinhos de uva com morango, maçã, bananas, tangerinas
Sacolé de morango, melancia, kiwi e manga
Para servir depois do Parabéns: Bolo de banana sem recheios e coberturas
Creme de goiaba para servir junto ao bolo
Tudo natural e sem açúcar!
 

Friday, 11 September 2015

Projeto Nós Mães: Sobre o Pediatra Ideal

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 7 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

E hoje o tema é: O Pediatra Ideal




Bom, eu não tenho muito que falar sobre esse assunto. Eu sempre levei meus filhos no mesmo pediatra que é primo de minha mãe e foi bem recomendado. Ele é muito atencioso e sempre examina bem as crianças pra tentar encontrar a causa do problema. Ele também me deu seu celular e liguei uma vez pra tirar uma dúvida, mas não me sinto muito a vontade pra estar ligando. Não tenho o que reclamar dele, porém sinto falta de um médico um pouco mais ‘amigo’, acessível, humano. Esse médico não é desumano, na verdade ele é simpático e não é nada arrogante como muitos médicos. Ele é profissional, faz o seu trabalho e pronto. Sem muito envolvimento. O que quero dizer com ‘humano’ seria mais no sentido em que falamos na humanização da saúde hoje em dia, em tratar as pessoas com humildade e respeito, em entender cada paciente em sua individualidade, investigar o problema pelo qual estão passando e tentar ajudar da melhor forma possível, ou seja um tratamento bem diferente daquele meio robótico de mal olhar na cara do paciente e passar uma receita cheia de antibióticos e remédios ‘sugeridos’ pelas grandes companhias farmacêuticas.
Como minha história fica por aqui, achei legal acrescentar a história de minha cunhada Talita, que por ser uma mãe de primeira viagem, passou por vários até encontrar o pediatra ideal, um que ele adora e respeita, e que dá toda a atenção que ela e seu filho precisam. Foi assim que ela me contou: “O primeiro pediatra era um bom médico, foi meu pediatra quando eu nasci, ele é muito conhecido é indicado por muitas pessoas, mas achei tudo muito ultrapassado, tudo pra ele é extremamente simples e normal porque ele vê aquilo tudo a dezenas de anos, mas pra mim q sou mãe de primeira viagem, quero mais detalhes, mais explicações, e menos ‘é assim mesmo’... Depois passei por outros e encontrei uma médica que por um tempo achei ideal, até meu filho ter uma pneumonia com 3 meses e meio de vida, e eu não consegui que ela o atendesse, por fim fui parar no plantão, e eu detesto plantão.. Porque lá os médicos não continuam o tratamento dos nossos filhos e dão os remédios mais fortes sem necessidade, os antibióticos... Até que aconteceu um dia à noite meu filho engasgou com sua secreção e eu passei o maior sufoco da minha vida, Deus colocou uma ótima pediatra lá no plantão que o atendeu e deu continuidade no tratamento dele no próprio plantão, porém ela só atende no CTI infantil e não tem consultório, e infelizmente não pude continuar com ela. Então continuei minha procura, e enfim encontrei o meu Pediatra ideal. Na primeira consulta o Arthur já tinha 5 meses, e ele fez o que nenhum médico tinha feito antes, ele perguntou até da minha gestação, do parto, dos exames que ele fez quando nasceu, que na verdade a gente faz mas poucas pessoas sabem o porquê daquilo tudo, ele me explicou exatamente tudo, olhou todos os exames dele de quando nasceu e esclareceu muitas coisas pra mim. Depois perguntou da rotina, de como ele é, como se comporta e eu que tinha uma lista em mãos, não fiz nenhuma pergunta, pois todas as minhas duvidas ele mesmo respondeu com suas explicações, foi paixão à primeira consulta! J
E apesar de ele ser um médico com a agenda muito lotada, (é extremamente difícil conseguir uma consulta com ele) e sua secretária ser uma pessoa muito desagradável, ele me dá um suporte maravilhoso, ele sempre me responde no WhatsApp e no Facebook. Qualquer dúvida que eu tenho, eu mando fotos, e ele me retorna. Enfim eu estou satisfeitíssima com ele. E o que eu sempre digo, pediatra tem que bater o santo, e o meu bateu com o dele e vice e versa, hoje eu levo meu filho lá, ele já está grandinho, mas mesmo assim a consulta dele demora 1 hora, ele pensa no filho e no bem estar da mãe também, ele sempre me aconselha pensando no meu melhor, conversa, é praticamente um psicólogo também J, ontem mesmo precisei dele, ele está em Natal viajando com a família, me respondeu no WhatsApp, me mandou fotos do lugar onde estava naquele momento e disse, estou aqui mas me chame a qualquer hora q precisar!”


Bom esse é o nosso relato, espero que seja útil para outras mães e de coração espero que elas encontrem esse pediatra ideal assim como a Talita encontrou, na verdade espero que cada vez mais existam médicos tão atenciosos como o dela ;-)

Wednesday, 9 September 2015

Sobre cortar o cabelo do seu bebê (sem sua autorização!)

Por acaso você já passou por uma situação um tanto desconfortante: alguém cortou o cabelo do seu filho(a) sem pedir autorização? Como você reagiu? 

Primeira vez (oficial) do Nicholas cortando o cabelinho!

O Certificado fofo que a Leela recebeu da cabeleireira no shopping de
Dublin

Pois é, eu tenho algumas histórias engraçadas, e de certa forma preocupantes. Me lembro quando meu afilhado era criança, tinha um cabelo lindo, loiro e encaracolado, como de um anjinho, e sua mãe adorava passar creme e cuidar daqueles caixinhos dourados. Muitos elogiavam, eu particularmente achava lindo, meu príncipe parecia um surfistinha smile emoticon. Porém minha irmã estava separada do pai, e toda vez que seu filho ia ficar na casa do pai e da avó paterna era aquela decepção quando ele voltava: haviam cortado seu cabelo! Minha irmã não conseguia esconder o olhar de surpresa e frustração por tamanho desrespeito à escolha dela de como deixar e cuidar do cabelo do filho. A família do pai argumentava que o cabelo dele 'parecia de menina'. Algo parecido aconteceu com uma amiga, que deixava o bebê de 10 meses para uma babá cuidar. Um certo dia, ao buscar o bebê, percebeu que seu cabelo havia sido cortado. Ao ser questionada a babá disse que não havia cortado, mas era visível e minha amiga também teve aquele mesmo sentimento de surpresa - frustração - raiva, por alguém ter de certa forma invadido a privacidade de sua família e tomado decisões sem lhe consultar. Decidi postar sobre isso hoje porque algo parecido aconteceu comigo, meu bebê estava sendo cuidado por uma amiga de minha mãe, e como a irmã dela é cabeleireira, ela pediu que a irmã cortasse o cabelo dele. Quando cheguei fiquei surpresa também, e um pouco incomodada, porque nunca tínhamos cortado o cabelo dele e queríamos que esse fosse um evento especial. Quando fomos cortar o cabelo de minha filha pela primeira vez nós fizemos disso um evento em família muito especial. Planejamos num sábado pra ir ao shopping onde havia uma cabeleireira infantil, tiramos fotos, filmamos, e ainda levamos pra casa um certificado e um saquinho com seus cachinhos, foi muito legal e guardamos uma lembrança linda deste dia. E era assim que estávamos planejando fazer com o Nicholas. Porém não foi nada demais, eu conversei com essa amiga, e até pedi desculpas por minha reação de surpresa, sei que ela não fez por mal e jamais a queria ver chateada. Porém acho importante levantar essa questão para que parentes, amigos e cuidadores tenham consciência da importância de consultar com os pais antes de tomar qualquer atitude em relação à criança, nesse caso, antes de cortar o cabelo. Parece algo banal (qual o problema em cortar o cabelinho dele?!?), porém para os pais não é, percebi que muitos se sentem como eu, eles querem tomar juntos essa decisão e participar daquele momento especial em que o bebê tem seu cabelo cortado pela primeira vez.

Saturday, 15 August 2015

Projeto Nós Mães - Babá ou Escolinha?

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 8 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

E hoje o tema é: para as mamães aflitas que têm que voltar a trabalhar, qual a melhor opção:
Escolinha ou babá? 


Leela e vovó querida



















Eu A gradiva
Babá ou escolinha?
Eis a questão. Por sinal muito difícil. Deixar seu bebê com alguém de extrema confiança que lhe dedicará cuidado exclusivo ou deixá-lo num ambiente com mais crianças no qual terá atividades programadas e diferentes estímulos? Eu morei na Irlanda por sete anos onde tive a minha primeira filha. Lá a licença maternidade remunerada é de 6 meses e as mães têm o direito de tirar mais 4 meses de licença não remunerada. Adicionando férias geralmente as mães têm quase 1 ano pra curtir seus bebês. Praticamente todas as mães que começo tiraram toda a licença, é muito bom ter essa possibilidade, e saber que podemos passar esse tempo precioso com nosso bebê sem ficar ansiosa pensando no quê fazer no final da licença. Quando a Leela estava com quase 8 meses eu voltei a trabalhar, tomei essa decisão por questões financeiras e também porque achei que era o momento certo. Na Irlanda qualquer serviço infantil, seja escola ou cuidadora é caro,  por isso contratar uma babá não foi uma opção. Com a ajuda da sogra consegui acertar pra Leela ir 3 dias na escolinha, de segunda a quarta e na quinta ela ficava na avó, na sexta eu trabalhava meio período e organizava com o marido ou alguém de confiança pra ficar com ela. Deu muito certo, ela chorou alguns dias no começo mas logo se acertou e gostava muito de ir. E por ser apenas 3 dias eu não me sentia tão mal de deixá-la lá e sempre aguardávamos ansiosas o dia de ficar com a vovó. Quando tive o Nicholas eu tinha me mudado para o Brasil e havia deixado meu trabalho, então felizmente eu pude curtir meu bebê novamente sem muita pressa de voltar a trabalhar.  Quando ele estava com 10 meses decidi colocá-lo em uma escolinha no período da tarde. Eu acredito que a convivência com outras crianças e as atividades e estímulos que a escola oferece são muito importantes para o desenvolvimento da criança. 
Minha opinião pessoal sobre deixar com babá ou colocar na escolinha: se seu bebê ainda for novinho, por exemplo se tiver menos de 10 meses,  eu acho legal deixar com uma cuidadora, mas é importante encontrar alguém de extrema confiança e que adore crianças.
Acima de 10 meses ou um ano o bebê já está bem mais ativo e daí considero a escolinha mais interessante por todos os estímulos que oferece. Mas com certeza essa é uma decisão de cada família que deve avaliar o melhor para o seu bebê. E continuamos firme na luta por uma licença maternidade ampliada no Brasil! 😀👍👍

Sunday, 2 August 2015

Projeto Nós Mães: A Importância do Pai

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 9 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

Como Agosto é o mês dos Pais, hoje no projeto Nós Mães o tema é:

A Importância do Pai



 Eu A gradiva.


Dia dos pais se aproxima e me faz pensar na minha sorte e felicidade por ter um parceiro tão carinhoso e participativo. Tenho consciência das desigualdades de gênero que vivenciamos em nossa cultura e das dificuldades e desafios que tantas mulheres enfrentam ao criar filhos sozinhas. Uma vez vi um artigo sobre a importância de se escolher o parceiro ideal pra toda vida,  aquele vai te ajudar e apoiar quando os filhos vierem, e hoje percebo o quanto é importante que as jovens cada vez mais se conscientizem disso. Sem apoio, nossas escolhas e oportunidades se tornam muito mais limitadas, dificultando nosso acesso ao trabalho e geração de renda,  à vida social, aos cuidados com nossa saúde física e emocional,  e ao nosso crescimento profissional e pessoal. 
Enfim,  um pai participativo fará muita diferença na vida da esposa e dos filhos, e será um exemplo para o comportamento dos filhos no futuro. 
Meu marido não é brasileiro, e vem de uma cultura que não é machista como a nossa,  ele nunca esperou que eu lavasse suas roupas e lhe preparasse jantar antes de chegar do trabalho. Isso fez muita diferença pra mim,  porque acredito na igualdade de gênero, na divisão justa de tarefas domésticas e de cuidado,  e jamais conseguiria lidar com um homem que espera que uma mulher tome todas essas responsabilidades sozinha. 
Percebo que o homem brasileiro está se modernizando,  e ajudando mais em casa e com os filhos,  entendendo que sua participação é importante e que essas responsabilidades também são suas,  vejo meus 3 irmãos que são todos pais agora, fazendo isso,  o que me deixa muito feliz.
Aqui em casa o marido cozinha melhor que eu, ele troca fraldas,  dá banho nas crianças, as alimenta, põe pra dormir, enfim,  aprendeu como fazer fazendo e participa de todas as atividades rotineiras da vida em família. É claro que  durante minha licença eu fazia mais por estar mais tempo em casa,  mas quando ele está junto nós dividimos. 
Mesmo tendo um parceiro participativo a mulher ainda pode se sentir sobrecarregada, no caso da amamentação por exemplo,  a qual só ela pode fazer,  o que também significa muitas noites sem dormir e muito cansaço e estresse, então considero importante a sociedade reconhecer a luta e esforço das mulheres e incentivar políticas mais amigáveis às famílias (as chamadas 'family friendly policies') tais como o aumento da licença paternidade e a possibilidade de horários de trabalho flexíveis para que ela possa se readaptar à vida profissional sem deixar a carreira porque se tornou mãe. Porém essa luta ainda tem uma longa caminhada aqui no Brasil.  
Deixo aqui minha sincera gratidão ao meu marido e parceiro leal, e à todos os pais que fazem a sua parte, porque criar filhos é um trabalho, um trabalho de amor, de carinho, de dedicação, de paciência e entrega. E como todo trabalho tem seus desafios e sua recompensa.



Para mim, sempre tive a imagem que pai sempre seria o protetor do filho, aquele homem correto, batalhador que fazia de tudo para proporcionar ao seu filho (s) tudo do melhor.
Nem preciso dizer que meu pai sempre foi um excelente pai, tive ele como um exemplo de pessoa batalhadora, ele sempre reservado e severo, brincava pouco comigo mas muitas coisas que fizemos juntos ficou e vai ficar na lembrança como o arroz com tudo dentro…rsss Sei que tudo o que ele fez para mim e por mim só tenho a agradecer, pois se sou essa pessoa hoje devo muito a ele e minha mãe claro. Acho que o pai é fundamental na vida de um filho, seja os pais separados ou não, toda criança precisa desse lado paterno desse carinho e proteção diferente da mãe.
Hoje do outro lado como mãe, vejo que o papel de pai mudou um pouco do que era antigamente e ficou muito mais amigo do filho. Meu marido o que dizer dele como pai, um excelente pai, protetor, defensor, brincalhão, carinhoso, dedicado, participativo. Sempre desde a gravidez, em todos os momentos pude contar com sua ajuda, acho que nosso filho tem e terá muito orgulho do seu pai, pois ele é perfeito.
Sempre presente nas trocas de fraldas, alimentação, vida noturna do pequeno que foram muito agitadas…rss ele sempre foi e continua sendo responsável pelo banho do gui, um momento somente dos dois. Só posso agradecer a Deus pelo meu marido ser esse pai fantástico para o pequeno.
Agora um pequeno relato do que é ser pai para meu marido Paulo Renato:
” Ser pai é a maior realização de um homem, ser pai é saber o que significa a palavra amor, é saber que a partir de agora temos uma responsabilidade muito maior em tudo o que viermos a fazer, ser pai é proteger, educar, amar e participar de cada etapa da vida do nosso filho. Ser pai é também voltar no tempo, brincar muito, pintar muito, ajudar em cada lição de casa e assistir muito desenho.” Conheça mais no Blog. E conheça também o IG papaisdogui.
Quando nasce um bebê, nasce uma mãe, certo? Certo, mas nasce um pai também! 
O pai, assim como a mãe, começa a existir a partir do mágico momento que tem o filho nos braços. 
Alí nascem as duas figuras mais importantes para a criança. São papéis diferentes, com vínculos quase iguais, mas com as mesmas responsabilidade e importância.
Pai não é igual a mãe, mas também não é menos importante. E não é que um apenas dê suporte ao outro, a verdade é que os dois se completam. Completam também as referências e exemplos que a criança precisa.
Um pai é um herói, o maior de todos os heróis da coleção do filho. É quem tem no abraço a maior segurança do mundo. É quem protege de todos os monstros. É o gigante que o filho quer mostrar para todos os amigos. É quem o filho vê no espelho e sorri.
E, por aqui, só temos a agradecer porque sim, temos um grande PAI em casa. Obrigada papai, te amamos!  Conheça mais no IG maemaeinfinita.

Dia dos pais se aproxima e me faz pensar na minha sorte e felicidade por ter um parceiro tão carinhoso e participativo. Tenho consciência das desigualdades de gênero que vivenciamos em nossa cultura e das dificuldades e desafios que tantas mulheres enfrentam ao criar filhos sozinhas. Uma vez vi um artigo sobre a importância de se escolher o parceiro ideal pra toda vida, aquele vai te ajudar e apoiar quando os filhos vierem, e hoje percebo o quanto é importante que as jovens cada vez mais se conscientizem disso. Sem apoio, nossas escolhas e oportunidades se tornam muito mais limitadas, dificultando nosso acesso ao trabalho e geração de renda, à vida social, aos cuidados com nossa saúde física e emocional, e ao nosso crescimento profissional e pessoal. 
Enfim, um pai participativo fará muita diferença na vida da esposa e dos filhos, e será um exemplo para o comportamento dos filhos no futuro. 
Meu marido nunca esperou que eu lavasse suas roupas e lhe preparasse jantar antes de chegar do trabalho. Isso fez muita diferença pra mim, porque acredito na igualdade de gênero, na divisão justa de tarefas domésticas e de cuidado, e jamais conseguiria lidar com um homem que espera que uma mulher tome todas essas responsabilidades sozinha. 
Percebo que o homem brasileiro está se modernizando, e ajudando mais em casa e com os filhos, entendendo que sua participação é importante e que essas responsabilidades também são suas, vejo meus 3 irmãos que são todos pais agora, fazendo isso, o que me deixa muito feliz.
Aqui em casa o marido cozinha melhor que eu, ele troca fraldas, dá banho nas crianças, as alimenta, põe pra dormir, enfim, aprendeu como fazer fazendo e participa de todas as atividades rotineiras da vida em família.
Deixo aqui minha sincera gratidão ao meu marido e parceiro leal, e à todos os pais que fazem a sua parte, porque criar filhos é um trabalho, um trabalho de amor, de carinho, de dedicação, de paciência e entrega. E como todo trabalho tem seus desafios e sua recompensa. Conheça mais no Blog. E conheça também no IG Agradivablog.
Vou contar um pouquinho de como eu vejo a importância do meu marido no dia a dia e desenvolvimento das crianças, quem acompanha a página mais ou menos já conhece um pouquinho da história pois já falei duas vezes sobre o meu marido, mas para quem não viu as postagens, vamos lá. Meu marido foi pai pela primeira vez aos 19 anos, enquanto muitos podem estar pensando, que ele era muito jovem, posso afirmar que sim mas que apartir do dia que a Sabrina nasceu, nasceu junto um grande homem e PAI, além de todas suas responsabilidades como pai, sempre foi muito presente no dia a dia das crianças, acredito que assim como ser mãe de 3 não é moleza ser pai de 3 também não , principalmente na hora de dividir a atenção, mas aqui sempre dá um jeito e inclui os 3 na mesma brincadeira, as crianças nem preciso falar o quanto são apegadas ao pai, talvez por ele estar em casa só de noite, ou por ele fazer todas as vontades ou simplesmente por ser o pai, um pai que falo sempre não podia ter escolhido melhor para meus filhos, que mesmo na correria e cansaço do dia a dia, encontra tempo para brincar, passear, educar, ensinar.. .e o principal dar amor, percebo a grande cumplicidade que há em um simples olhar, e o quanto tudo isso significa no desenvolvimento das crianças, o quanto elas se transformam quando ele esta em casa e são mais felizes, vários são os momentos que preferem o pai do que a mim, entre eles na hora de fazer leite e nescau, nas brincadeiras da noite, na hora da história antes de dormir, os meninos na hora do banho e até só comem bolinho de chuva se é o pai que faz, mas tudo isso me deixa feliz pois além de estreitar ainda mais a relação pai/filho, me traz a certeza do grande amor que sentem uns pelo outro, e que não poderia ser um PAI melhor. Escrevi resumidamente sobre a Importância do Pai, pois para mim é um assunto bem abrangente, teria muito o que escrever, espero que tenham gostado. Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede3s.
PAI, uma palavra tão pequena, mais com um significado tão grande.
O que falar de uma pessoa com um papel tão incrível na vida de uma criança, adolescente e até mesmo adulto? 
Sou apaixonada pelo pai que tenho, independente se cresci ao lado dele ou não, ele sempre fez de tudo para ser presente em minha vida, quando ele não estava eu tinha um avô/pai que me ensinou muitas coisas, tive meu pai presente definitivamente em minha vida quando completei uma certa idade, mais isso nunca me fez amá-lo pouco. Agradeço a ele muitas coisas do que sou hoje. Quando me tornei mulher, imaginei, quero casar, ter meus filhos, mais quero uma vida diferente da que tive, não queria pros meus filhos pais separados, pois já havia vivenciado uma vida assim, e não que ser criada por avós tenha sido ruim, pelo contrário. Mais sei o quanto a falta de um pai/mãe faz falta na vida de um filho. Eis que conheci o “pai” dos meus filhos, pessoa incrível, e ali naquele momento sabia que era ele quem eu queria pra estar ao meu lado, pros meus filhos chamarem de “Pai”, nos casamos, e logo tivemos nosso primeiro filho, ele sempre presente me ajudando, dando banho, presente na vida noturna do bebê que foi longa, rsrsrs. Quando nasceu nossa segunda filha não foi diferente, sempre me ajudando. É nesses momentos, penso que não poderia ter escolhido pessoa melhor para eles chamarem de pai. Um homem trabalhador, educado, batalhador, carinhoso, que sente um amor sem tamanho pelos filhos, pai presente, brincalhão, durão quando tem que ser, que faz o possível e o impossível para dar tudo do bom e do melhor porá seus filhos. Enfim só agradeço a Deus por tê-lo em nossas vidas. Meu filho vê em seu pai um herói, vou contar pra vocês que eles fazem clube dos homens, rsrsrs. Vejo o quão importante é a figura masculina na vida de uma criança. Pai é da bagunça, aquele que eles esperam o dia todo, que na hora que chega do trabalho é festa e mais festa.
Minha filha é apaixonada pelo pai, com toda certeza ele é o primeiro amor da vida dela. Os dois são apaixonados demais por ele. ♥️ Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede02.
Gostaram? Amanhã tem a segunda parte com os outros textos das outras mães do Nós Mães!  :)

Saturday, 4 July 2015

Projeto Nós Mães - A gravidez

Nós Mães é um projeto criado por Laura, do blog Maede2, e mais 9 mães que irão fazer postagens quinzenais sobre as mais diversas experiências da maternagem.

Hoje o tema é Gravidez, e as diferenças entre cada gravidez quando se tem mais filhos.



A primeira gestação de minha filhinha Leela foi uma delícia.  Tudo foi planejado e até aconteceu bem rápido.  2 meses após nos casar parei de tomar a pílula e no 2o mês já engravidei. Me lembro do dia que fiz o teste,  fiquei tão empolgada,  surpresa,  meio sem reação,  mas foi tão lindo, pq sabíamos que era nosso desejo. As primeiras 12 semanas foram de enjôo, essa parte foi difícil,  mas não foi a pior. 
Eu não conseguia sentir o gosto das coisas, não sentia fome nem vontade de nada. Pela sétima semana comecei a sentir dificuldade para ir ao banheiro,  tinha que passar óleo Johnson,  achei estranho isso tão no início da gravidez mas quando pesquisei vi que era normal (o mesmo aconteceu na minha segunda gestação).  Após as 12 semanas o enjôo sumiu,  muitas me falavam isso,  que passava, mas eu não conseguia acreditar porque era horrível,  mas passou e então consegui curtir bem mais a gravidez 😀.  Escrevi cartinhas para ela, pintamos uma linda árvore na parede, uma amiga com grande talento fez toda a decoração do quartinho, foi muito gostoso. 


Eu sempre tive bastante queimação, mas o maior desconforto foi por volta de 22 semanas quando comecei a ter fortes dores de estômago, não tinha certeza se era alimentação ou a posição da bebê. Mas não era o tempo todo,  e geralmente piorava quando eu comia coisas ácidas como salada com vinagre ou molho vermelho. Também por volta desse período tive um pouco de inchaço, que acredito que piorava com o calor. Com exceção dos enjôos e dessas dores a gestação foi perfeita e muito tranquila.  E foi longa também,  Leela nasceu de 41 semanas e 2 dias. 

Já a gestação do Nicholas foi uma surpresa, não estávamos planejando e eu estava tomando a mini-pílula, que é mais apropriada quando amamentamos.  Porém havia me esquecido da pílula um dia e não estava tomando-as no mesmo horário todos os dias.... Após passar um fim de semana mto doente na terça percebi que havia melhorado porém aquele mal estar e enjôo continuava, minha ficha caiu e decidi fazer o teste. Resultado: positivo! 😀 A Leela tinha pouco mais de um ano e foi meio que um choque pra gente. Eu não tinha nenhum plano de ter um bebê tão breve e ainda estava me recuperando do trauma do parto da Leela (que foi um parto 'normal' porém com muitas intervenções hospitalares). Mas também não foi o fim do mundo,  logo nos acostumamos com a idéia e pensamos que foi melhor assim , ter 2 crianças perto , como dizem: "já cria junto" 😀😀 e eles brincam juntos. Foi uma gravidez um pouco mais tranquila no sentido de que eu muitas vezes me esquecia de que estava grávida rs. Não haviam muitos planos nem mtas expectativas, deixamos a natureza seguir o seu curso. Senti o mesmo enjôo durante as primeiras 12 semanas. Porém nas duas gestações eu não tive vômito , sinete enjôo mesmo , aquela náusea que não passa...😞 Havia quase 7 anos que eu morava na Irlanda e decidi parar de trabalhar cedo, com 24 semanas, pq estávamos organizando nossa mudança pro Brasil. Essa parte da mudança foi conturbada, mas no fim deu tudo certo,  cheguei no Brasil com 32 semanas.  Muito calor,  tive muita queimação como na primeira gestação, porém já agradeci aos céus porque dessa vez não tive as fortes dores de estômago da primeira gestação. No mais foi tudo muito tranquilo e passei bastante parte do meu tempo me preparando para o parto,  pois eu queria que dessa vez fosse diferente,  eu queria muito ter um parto natural e tranquilo, sem aquelas intervenções de rotina e sem traumas. Por isso comecei a ler o livro Hypnobirthing. Nas 2 gestações eu engordei muito, por volta de 25 kg. Eu sentia muita fome, principalmente após a12a semana, mas felizmente em 1 ano eu estava com meu peso de volta. Outra semelhança das 2 gestações foi o "esquecimento" eu me sentia péssima por esquecer aniversários e compromissos importantes, realmente parecia que meu cérebro estava funcionando 'mais devagar' 😀😀. O Nicholas nasceu de 41 semanas e 1 dia,  mais uma vez foi difícil controlar a ansiedade da espera, mas ficamos felizes por esperar o tempo do nosso bebê! Bom esse foi um resumo de minhas experiências de gestação dos meus dois filhotes queridos: Leela e Nicholas! A gradiva.


Maede2
Eu tive duas gestações e a primeira foi super calma, acompanhada com muito amor e atenção. Toda a atenção no momento era para ela. Não tive enjoo e nem desejos. Optei por ser cesarea e correu como o planejado. Foi tudo perfeito e maravilhoso!
Já a minha segunda já foi super conturbada, já descobri ela com quase 4 meses, e ainda por cima estava em um tratamento super forte de Tuberculose. Então, tive que ter muito cuidado, e quando encerrei o tratamento já estava no 6º mês, então pude curtir mais esse momento, mas mesmo assim, o medo batia, pois tinha receio de o meu bebê nascer com algum problema de audição ou outros, mas graças á Deus, ele nasceu perfeito! Curti minhas duas gestações, nenhuma foi planejada, mas as duas foram recebidas com muita alegria e amor por todos. E conheça também o IG_maede2.
Minhas experiências foram de 2 gestações, mas somente a segunda evoluiu. Mas pude curtir os primeiros sintomas e foram bem diferentes da segunda, ela veio com muito enjoo, vômito e ânsia.
Já a segunda gestação foi muito abençoada, mas claro que com muito medo…
para saber mais acesse a minha página no Blog. E conheça também o IG papaisdogui.


Vou falar resumidamente como foram as minhas 3 gestações;
→1° Gestação foi a da Sabrina: Todos os sintomas, muito enjôo, talvez por ser primeira gravidez o psicológico tenha sido bastante afetado. Consultas mensais, quando não eram quinzenais, ecografias várias. O enxoval fui com a minha mãe comprar com direito a tudo e mais um pouco. No dia do nascimento parecia final de copa do mundo ou feriado santo, toda família avôs, padrinhos, tios e alguns parentes, estavam lá.
→2° Gestação foi a do Arthur: Estresse de final de faculdade, nenhum sintoma. Consultas mensais, ecografias somente as solicitadas pelo médico. Enxoval fui comprar sozinha somente o necessário, sem protetor de berço, rede para banheira.. ..No dia do nascimento além de nós pais, os avôs (sim ta diminuindo o pessoal, kkkk). Ah não posso esquecer que foi tudo super planejado, entreguei o último trabalho da faculdade na terça feira a tarde, na quarta de manhã o Arthur nasceu.
→ 3° Gestação foi a do Pietro: Opa, será que eu estava grávida? ??? sim é o que senti, parece que descobri a gravidez em um dia e no dia seguinte ele nasceu, hahahah, ah essa correria do dia a dia. Consultas mensais ou a cada dois meses, ecografias as solicitadas pelo médico. Enxoval o básico, algumas coisas do irmão. E o dia do nascimento adivinhem???? Somente eu e o papai, kkkkk (acho que o pessoal estava cansado de a cada 4anos ir para o hospital). 
3 gestações, muitas diferenças, mas o amor pelos três é grande e igual, sem diferença alguma. Espero que tenham gostado e não esqueçam de acompanhar os post das outras mães. Conheça mais no Blog. E conheça também o IG maede3s.


Sabe aqueles enjôos terríveis de gravida??
Pois é, eu não sei. Nunca tive. 
E me sinto uma mulher de sorte não só por isso, mas por tudo nas minhas 2 gestações.
Muita coisa foi diferente entre uma e outra, mas, a sorte de não ter os sintomas ruins foi a mesma. Enjôo, inchaço, acne… Nada disso eu tive.
Mas, esquecimentos e cabeça “lerda” tive muito, nas 2 gestações (e continua no pós-parto – help! rs). 
Na 1ª gravidez eu tive uma dieta super controlada e saudável e fazia atividade física de 4 a 5 vezes por semana. Já na 2ª, infelizmente foi o contrário, falta de cuidado com a alimentação e a atividade física era a correria atrás do filhote, que ainda era um bebê de 1 ano. Se teve alguma relação com isso eu não sei, mas, o 1º filho nasceu grande e com peso acima da média, enquanto que a 2ª filha veio prematura (35 sem), bem pequenininha e com baixo peso. 
A 1ª gestação foi mais registrada, mais cuidada, mais paparicada. Na 2ª, já não tive tanto capricho e tenho a consciência eternamente pesada por isso.
No geral, posso dizer que vivi em “estado de graça” nas gestações, principalmente na 1ª. Eu me sentia linda e como se eu fosse um ser superior, santificado, divino, pleno. E, na verdade, não deixa de ser um pouco disso mesmo, né?!
Amei estar grávida! ❤️ * Conheça mais no IG maemaeinfinita.


Minha gravidez chegou de surpresa, num momento um pouco conturbado da minha vida. Foi um susto e tanto. Pegou todo mundo de surpresa. Afinal, eu engravidei tomando injeção de anticoncepcional. Apesar do susto, eu logo me acostumei com ideia.
No começo foram muitas dúvidas, medos, inseguranças. Nossa vida já muda radicalmente logo após o positivo. Já começamos a pensar no nome, no sexo, no enxoval, em como será após o nascimento.
Estar grávida é uma delícia. Uma emoção muito grande. A gente se sente muito amada e querida, por onde eu passava, todo mundo sorria quando olhava minha barriga.
O primeiro ultrassom é mágico. Só ai acho que caiu um pouco a ficha de que dentro de mim tinha uma vida. Ouvir o coraçãozinho, é uma emoção inexplicável.
Logo chegaram os enjoos. A única coisa que tenho a reclamar gravidez. Eles começaram por volta das 6 semanas e só foram embora com 13. Foram semanas muito difíceis. Não conseguia comer nada, e o pouco que comia eu colocava pra fora. Perdi 5 kg. Foi terrível! Parece que isso não ia acabar nunca. Mas num belo dia acordei, e não sentia mais nada, como num passe de mágica.
Eu ficava muito ansiosa com as consultas, ultrassom. Era muito bom ver que ela se desenvolvia bem e o ultrassom era o único jeito de ver ela mais de pertinho.
Minha gravidez foi muito tranquila. Não tive nenhum problema. Foram 39 semanas e 1 dia  felizes, curti cada minuto, cada ultrassom, tirei muita foto da barriga, conversei muito com a Maitê,  me emocionei com cada chute, namorei muito as coisinhas dela até ela chegar. Foi tudo lindo.
Estar grávida é maravilhoso. A gente se sente linda, poderosa, amada.
E depois da uma saudade enorme de tudo. Com toda certeza do mundo foi a fase mais linda e abençoada da minha vida. Conheça mais no Blog. E também no IG_maedamaite.


Sou uma mãe de 25 anos, tenho um casal de filhos lindos. 
Minha primeira gestação descobri aos meus 16 anos, foi uma gestação complicado de risco, tive ameaças de aborto nos primeiros meses, mais consegui levar. Não tive muito enjôos, porém engordei demais. Talvez por ser muito nova, não consegui levar a gravidez até o final. Levei a gestação até as 30 semanas, onde ele nasceu de um parto cesariana, bem pequeno é prematuro. Mais hoje está ótimo. 
Já a minha segunda gravidez, foi mais tranquila, porém demorei 1 ano e 8 meses para conseguir engravidar. Mais quando engravidei foi uma festa. Sofri de muitos enjôos, nossa era comer e ir pro banheiro, não segurava nada no estômago. Assim foram os 4 primeiros meses. O restante super tranquilo, levei a gestação até as 41 semanas e 5 dias.😱
Até o dia que ela resolveu nascer, de uma parto normal. 
Minhas gestações não foram nada parecidas, porém amei estar grávida ! ♥️ 
Conheça também o IG maede02.


A espera do Arthur! A descoberta da gravidez foi emocionante, chorei, chorei; chorei de felicidade e de medo. Mesmo tendo planejado quando li “positivo” não pude acreditar, foi impossível não pensar e agora?
Passado a emoção da descoberta da gravidez, já iniciamos o pré natal e já estávamos com 1 mês de gestação. Logo vieram os enjôos, que não eram matinais, eram durante o dia todo e quase todos os dias. Por conta dos enjôos e vômitos perdi quase 3 kilos no segundo mês, e durante o terceiro mês não ganhei peso, só apartir do quarto mês que comecei a ganhar peso que no total da gestação foram 16 kilos. E quando defitivamente passou a fase dos enjôos vieram as azias. Apesar dos enjôos, azias, dores nas costas e pernas, falta de posição para dormir, barriga pesando, tirando esses detalhes foi uma gestação super tranquila, sem qualquer susto ou alteração. Chegando no final da gestaçã sem visitas não planejadas ao hospital, foram apenas as consultas de rotina, que eram 1 por mês. 
Logo na terceira consulta já conseguimos descobrir o sexo do bebê, era um menino, eu fiquei na dúvida entre três nomes, então destes três o papai escolheu Arthur! 
Entramos no mundo azul dos meninos e começamos os preparativos para chegada do nosso príncipe Arthur, arrumamos o quarto, fizemos o enxoval, e realizamos o chá de fraldas que foi um momento super especial e que abasteceu o estoque das fraldas. 
Já estava tudo pronto para a chegada do Arthur, e no dia 02/07/2015 ele chegou ao mundo num parto Cesarea assistido pelo papai.♡ 
Conheça mais no IG madamecoruja.


Mãe de duas: Ai meu Deus! Uma das coisas que temos certeza quando ficamos grávida de novo e que TODO mundo fala é: uma gestação é totalmente diferente da outra… E é mesmo! Mas o que ficou muito claro na minha cabeça é que mesmo sabendo que iria ser diferente eu estava com sensação de que já sabia muita coisa… ERRADO! A gente nunca sabe nada, pelo menos eu estou sempre em processo de aprender, e aprender e aprender… acredito até que na criação da Clara eu mais aprendo que ensino… é tanta coisa, tanta preocupação, tanto detalhe, tanto: isso pode, isso não! Na gestação da Maria ( que hoje estou com 38 semanas e 2 dias – Ufa!) enjoei muito mais que na gestação da Clara ( muito mais mesmo) os 3 primeiros meses foram desesperadores….e o que percebi de diferente foi um pouco mais de segurança, quanto algumas situações clínicas, do tipo: uma dorzinha cá, um cansaço em excesso lá… mas nada que eu alarmasse a todos como na gestação da Clara, que sei que fui muitas vezes mais ao médico, por coisas que chegando lá foram julgadas simples e normais… de resto, meus medos são ainda maiores por ter que cuidar de duas, achar que não vou dar conta continua sendo algo que me assombra… Mas procurei não comparar e nem fazer nada igual… uma com a outra… opção minha! Desde escolher como vai ser o enfeite da porta da maternidade, o local onde faríamos o book de gestante, e o tipo de parto que quero vivenciar … quero seja diferente de fato, que seja único, mas como uma experiência nova mesmo, e não uma comparação do tipo: Na gestação da Clara eu fiz isso, na gestação da Maria não fiz aquilo e etc… Uma coisa apenas que aconteceu entre uma e outra e que acho muito válido compartilhar é a organização de enxoval… eu achava que não ia dar tempo de nada quando estava grávida da Clara e que a qualquer momento ela nasceria “sem nada”… e da Maria eu me prolonguei mais, fiz tudo com calma, e apenas reuni coisas de fato úteis, já que na experiência anterior eu comprei muita coisa… e agora eu já eu sabia o que realmente a gente (e o bebê) precisa, e não é necessário se descabelar apesar de querer sempre o melhor aos nossos pequenos o essencial é : nosso Peito, um pouco de roupa e AMOR! Conheça mais no Blog. E também no IG historias_de_maes.